Em agosto apresentei uma palestra no evento Unity Developer Day São Paulo, junto com dois colegas da Aquiris. O conteúdo da apresentação foi sobre as otimizações que fizemos no jogo Looney Tunes World of Mayhem para resolver problemas de uso elevado de memória e CPU em dispositivos móveis.
Neste post adicionei uma lista atualizada dos sites que eu conheço e uso para baixar sprites e modelos para jogos. São artes de jogos já lançados e artes que podem ser utilizadas comercialmente para seu próprio jogo.
Este é o segundo post da série com dicas para teste técnico utilizando Unity e C#. No primeiro post, o foco foi como organizar o projeto para facilitar seu desenvolvimento, e como enviar após o término. Agora, vamos falar um pouco de código, cobrindo um dos erros comuns que vejo em testes técnicos, especialmente relacionado a API da Unity.
O canal no YouTube Code Monkey tem diversos vídeos muito bons sobre desenvolvimento de jogos, com uma ótima didática e bem resumidos. O autor do canal é um programador, que já publicou alguns dos seus jogos no Steam e, através do seu canal, compartilha tudo que já usou para fazer seus jogos utilizando Unity e C#.
O Humble Bundle é um site que vende bundles (pacotes) com jogos ou livros digitais pelo preço que você quiser pagar, e ainda permite escolher dividir seu pagamento entre caridade e/ou para o desenvolvedor. Este mês ele fez uma parceria com a Unity e lançou um bundle contendo recursos e ferramentas da Asset Store, um curso do GameDevHQ, e 1 ano de acesso aos cursos do Unity Learn Premium.
Parte do meu trabalho na Aquiris é avaliar testes e realizar entrevistas técnicas com candidatos. Nos últimos anos aplicando testes, percebi que existe um padrão de erros básicos que, infelizmente, são comuns até para Senior Programmers. Este será o primeiro de uma série com dicas e sugestões do que fazer e não fazer em um teste técnico, focando Unity e C#.
Depois de não participar das últimas 3 edições do Ludum Dare, decidi tentar fazer um jogo em 48 horas na edição 44. Demorei um pouco pra pensar em uma ideia, e depois de executá-la achei que não ficou bom e decidi não terminar e publicar o jogo na página do evento.
Semana passada realizei uma palestra sobre carreira na indústria de games, com foco em programação de jogos, no Senac de Porto Alegre. Foram 2h conversando e tirando dúvidas sobre como é trabalhar desenvolvendo jogos, foi uma ótima oportunidade de compartilhar minha experiência de quase 9 anos na indústria.
Hoje começa a edição de número 44 da game jam Ludum Dare, uma ótima chance de desenvolver um jogo em um final de semana sozinho ou com amigos e adicionar um projeto em seu portfólio.
Quando comecei este blog tinha acabado de me formar em Ciência da Computação e iniciado uma pós-graduação em Produção e Programação de Games. Na época fiquei em dúvida e quase escolhi fazer Engenharia de Software, porém decidi arriscar por que sempre tive interesse em jogos e computação gráfica. Foi uma escolha bem feliz, e 10 anos depois consegui construir minha carreira nesta indústria tão pequena, grande, lenta e rápida - é tudo ao mesmo tempo.