Em primeiro lugar, peço desculpas por não ter postado nesta série nas últimas semanas. Mas agora eu voltarei a publicar semanalmente, toda quarta-feira, e no primeiro post deste ano começo com a pergunta: você já fez um jogo?
A série Introdução ao desenvolvimento de games da editora Cengage Learning possui 4 volumes traduzidos e publicados no Brasil, e neste post vou falar sobre o Volume 2: Programação: técnica, linguagem e arquitetura.
Depois de alguns postmortems de jogos digitais enviados pelos desenvolvedores, este é o primeiro de um jogo de tabuleiro e mostra algumas diferenças na criação de um jogo analógico.
Assim como a maioria dos livros da série Head First (Use a Cabeça, no Brasil), o HTML5 Programming mostra tudo que é preciso saber sobre o assunto com excelentes metáforas e associações com casos do dia-a-dia, melhorando a aprendizagem.
Praticamente todo jogo em 2D com visão lateral, seja o Super Mario Bros ou Mortal Kombat, possui um cenário de fundo. Este cenário não é estático, pois precisa dar a impressão de que realmente existe algo “vivo” no fundo do jogo, e que complementa a fase.
Conheça o livro de Cesar Brod, publicado pela editora Novatec, que pode ensinar qualquer pessoa os conceitos básicos de programação com exemplos de jogos.
Jonathan Blow é um desenvolvedor independente famoso por criar o jogo Braid, um dos jogos indies mais bem sucedidos no Xbox Live Arcade. Nesta palestra, apresentada mês passado no evento CreativeMornings, ele explica muitas coisas interessantes sobre Game Design.
Este mês fez 20 anos que o jogo DOOM foi lançando, um game que introduziu muitos conceitos e técnicas usados até hoje em muitos FPS, além de inspirar muita gente a desenvolver jogos.
O Game Design Document (GDD), é um documento escrito pelo Game Designer para os programadores e artistas entenderem sua visão da mecânica do jogo. Este documento é muito importante, mas infelizmente é tão ignorado quanto o próprio Game Designer.