Este é o segundo post sobre o jogo que estou desenvolvendo no meu tempo livre, o Final Frontier. Neste post vou falar sobre como estou usando o playground para descobrir a mecânica do jogo e também como fiz um modelo 3D ser destruído.
Fazem quase 7 anos que escrevi este post com uma lista de livros para desenvolvimento de jogos. Naquela época a lista foi baseada em duas coisas: o conteúdo da pós-graduação que eu estava cursando e o que estava disponível no momento. Felizmente, 7 anos depois, muitos livros novos surgiram e alguns foram traduzidos e lançados no Brasil, inclusive fiz review de grande parte deles.
Decidi começar um novo projeto no meu tempo livre e colocar em um repositório público no GitHub para quem quiser acompanhar o desenvolvimento do jogo em Unity. Este é o primeiro de uma série de posts que vão contar detalhes sobre o desenvolvimento deste projeto, fazendo referências aos posts da série como ser um programador de jogos. Neste post, quero contar um pouco sobre como surgiu a ideia para este projeto e onde quero chegar com ele.
Eu já fiz jogos com mecânicas de FPS, porém eu sempre procuro tutoriais sobre o que eu quero fazer para aprender maneiras diferentes de fazer as mesmas coisas.
Eu não tenho um Xbox One (ainda), mas após a Microsoft anunciar uma atualização que transformou qualquer Xbox One em um kit de desenvolvimento eu comecei achar interessante a ideia de ter o console para jogar e desenvolver jogos.
A CryEngine já tinha seu código aberto porém, por não ter um instalador, era necessário baixar todo código sempre que algum update era realizado. E o projeto não é pequeno para ser baixado a cada alteração, por isso muitas vezes é comum o desenvolvedor trabalhar com uma versão fixa da engine sem atualizar durante todo o projeto.
John Romero, co-fundador da Id Software e criador dos jogos DOOM e Quake, entre muitos outros, deu uma palestra em um evento da revista britânica Develop e falou sobre algumas técnicas para desenvolvimento que ele sempre usou, muitas indo contra ao que encontramos nos livros. Abaixo estão algumas frases que retirei do texto, a notícia completa pode ser lida aqui.
Esta foi minha quarta participação na game jam Ludum Dare, e pela quarta vez consegui terminar o jogo em 48 horas, o Metaforce. Porém, isto não quer dize que o jogo saiu do jeito que planejei ou que tenha ficado bom, apenas terminei o que comecei.
Sexta-feira às 22h (horário de Brasilia) começa o Ludum Dare #35, e eu admito que depois de participar das 3 últimas edições acabei ficando "viciado" em no LD, e sempre fico ansioso quando uma nova edição se aproxima.