Faz um mês desde o último post sobre o andamento deste projeto, mas ele não está parado. Mês passado teve o Ludum Dare #36 e realizei uma palestra na USP sobre Game Jams, então meu tempo livre (e os posts do blog) foram voltados a estes eventos. Agora que tudo passou, vamos voltar ao Final Frontier.
Pela quinta vez consecutiva participei do Ludum Dare na competição de fazer um jogo sozinho em 48 horas. Desta vez o tema era Ancient Technology (tecnologia antiga) e depois de descartar ideias relacionadas ao Egito e Idade da Pedra (que eram meio obvias para o tema), acabei lembrando de um episódio da série Vikings onde eles usavam uma pedra para achar o sol em dias nublados, e meu jogo foi baseado nisso.
Este foi o tema da minha palestra apresentada apresentada na 6ª Semana de Sistemas de Informação da USP hoje. Nesta palestra falei sobre game jams, dei dicas para aproveitar melhor o tempo de um game jam e focar no desenvolvimento do jogo, e contei como foram minhas participações no Ludum Dare.
Eu sempre recebo e-mails pedindo para divulgar jogos, porém isto é algo que decidi desde o início do blog não fazer. Eu acho importante divulgar, mas fazer um post falando de um jogo não é o tipo de conteúdo que eu quero para o blog, por isso sempre respondo falando que não faço reviews ou divulgação de jogos, mas sempre ofereço uma oportunidade para divulgação do jogo através de um postmortem. Desta forma o desenvolver ganha sua divulgação, e os leitores deste blog ganham uma história sobre o desenvolvimento de um jogo.
Na parte 1 falei sobre dicas para reduzir o tamanho das imagens e melhores resoluções para dispositivos móveis, e na parte 2 o foco foi o plugin NGUI (mas as dicas também se aplicam ao UI da Unity) e ao uso de sprite sheets. Desta vez o foco serão melhores práticas de programação para jogos 2D na Unity.
No último post deste série sobre o desenvolvimento do meu jogo Final Frontier falei sobre o novo skybox e melhorei a destruição da caixa que representa um asteroide. Desta vez trabalhei em melhorias para a câmera e o controle da nave, além de alterar novamente o skybox e adicionar um planeta.
Este post foi uma sugestão do leitor Felipe, que inclusive me enviou boa parte do conteúdo abaixo. Ser um desenvolvedor independente não é fácil, principalmente quando se tem pouco ou nenhum recurso para investir.
No post anterior sobre o meu projeto Final Frontier eu escrevi sobre como estava utilizando o playground para testar o gameplay e como fiz um modelo 3D feito no Blender ser destruído na Unity. Nest post vou falar sobre skybox e algumas melhorias que fiz para a destruição ser maior, além de outros detalhes sobre a organização do projeto na Unity.
Minecraft conseguiu criar uma cultura e se tornou muito mais do que apenas um jogo, hoje é usado até na educação de crianças, como pode ser visto no documentário Minecraft: The Story of Mojang. Hoje é possível até aprender a programar usando o jogo, e é isso que o livro Aprenda a Programar com Minecraft do Craig Richardson faz de uma maneira incrivelmente didática.