No meu post Comparando delegates e Unity Events o leitor Carlos Roger fez um comentário pergutando sobre versionamento de aquivos grandes no Git, e deixou como sugestão um post sobre o assunte. Neste post vou descrever como projetos Unity podem tirar vantagem do Git Large File System (LFS).
No meu vídeo sobre um padrão para enviar mensagens na Unity utilizando delegate tive um comentário perguntando se não seria melhor utilizar o UnityEvents por questões de performance. Eu respondi o comentário dizendo que não era um problema tão grande, até por que o envio de mensangens não é algo que quero fazer o tempo todo, mas fiquei pensando sobre outro ponto que comentei em relação a flexibilidade. Decidi fazer este post comparando o código do meu post com o UnityEvents.
Recentemente voltei a estudar Inteligência Artificial (I.A.), mais específicamente Machine Learning, e acabei encontrando este framework chamado Accord.NET que por ser desenvolvido com .NET é compatível com a game engine Unity.
No começo de um projeto na Unity é comum adicionarmos referências de outros objetos em um mesmo MonoBehaviour, como um campo de texto que precisa ser atualizado. Porém, quando maior o projeto fica, mais díficl é manter todos scripts que tem referência atualizados, sem falar que é muito fácil quebrar uma referência dessas. Uma solução para isso é desacoplar o máximo possível componentes que não precisam conhecer outros para realizar seu objetivo, e enviar mensagens é um padrão de desenvolvimento que pode ajudar muito nesse caso.
Sabe quando um jogador te diz um erro aconteceu com ele, mas você não consegue reproduzir por que não tem informação do que o jogo está fazendo naquele momento? Não seria ainda melhor ver este error sem ter que esperar um jogador reclamar dele? Neste video vou mostrar como utilizar o Unity Analytics para eventos customizados e como podemos pegar um erro que está acontecendo no jogo e enviar para o analytics.
Algo que sempre quis fazer mas sempre deixava pra depois que é gravar vídeos sobre desenvolvimento de jogos. Como tive um bom feedback sobre isso decidi começar, e este é o meu primeiro vídeo para o blog.
Conheço a Unity desde 2009, quando estava no meu primeiro ano da pós-graduação, mas só fui trabalhar com ela profissionalmente em 2014 na 2Mundos. Já utilizei Unity em freelas, game jams, projetos pessoais e para trabalhos na faculdade, participei de todos eventos da Unity que foram realizados em São Paulo nos últimos anos, o Unite, assisto com frequência videos de palestras no YouTube e já li alguns livros e artigos sobre desenvolvimento de jogos com Unity. Hoje trabalho na Aquiris, uma das maiores referências em Unity no mundo, inclusive fizeram a demo para a Unity 3 que foi a versão que usei em 2009. E depois de tantos anos e experiências, ainda não sei nada de Unity.
Na parte 1 falei sobre dicas para reduzir o tamanho das imagens e melhores resoluções para dispositivos móveis, e na parte 2 o foco foi o plugin NGUI (mas as dicas também se aplicam ao UI da Unity) e ao uso de sprite sheets. Desta vez o foco serão melhores práticas de programação para jogos 2D na Unity.
Eu já fiz jogos com mecânicas de FPS, porém eu sempre procuro tutoriais sobre o que eu quero fazer para aprender maneiras diferentes de fazer as mesmas coisas.
Durante o evento GDC (Game Developer Conference) em San Francisco uma das novidades anunciadas pela Unity foi sua certificação para desenvolvedores de jogos que utilizam a game engine.