empreendedorismo na indústria de games

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Um dos objetivos da pós-graduação que estou fazendo é preparar o aluno para abrir uma empresa de games e procurar um publisher para publicar nossos jogos. No final do ano os TCCs, que são demos de jogos, serão apresentados a um publisher, e se tudo der certo, pode ser o que jogo seja desenvolvido e publicado. Esta é uma iniciativa muito legal do SENAC, pois faz nossos trabalhos terem mais sentido ao final do curso.

Para isto, temos uma matéria muito importante no sentido de negócios, que é Empreendedorismo. Um fato curioso é que os dois professores que nos deram a matéria (metade da matéria cada um) não tem conhecimento da indústria de games, mas se mostraram bons ouvintes para entender as características únicas desta indústria. Estas aulas foram legais, principalmente pela grande experiência deles em empreendedorismo, já que são do FGVcenn (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV). Em alguns momentos era engraçado a falta de conhecimento deles em coisas que para nós eram claras.

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Octopus Team – desenvolvimento de jogos independentes

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Você quer começar a trabalhar com desenvolvimento de games, mas em um mercado brasileiro em crescimento e com muita concorrência, você não consegue experiência nesta área. O que fazer então?

A melhor maneira de conseguir experiência em desenvolvimento de games e montar seu portfólio é fazer jogos, mas isso pode limitar uma pessoa sozinha, pois até mesmo o desenvolvimento de um jogo simples completo (menu, animações, som, efeitos, programação, game design, etc.) é um grande trabalho multidisciplinar, exigindo que você tenha que aprender coisas que não são o seu foco.

Octopus Team

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programação de jogos: main loop

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Antes de começar a estudar desenvolvimentos de games ano passado eu não imaginava o que realmente era um jogo, do ponto de vista da programação. Quem está acostumado com a estrutura de um sistema, não consegue imaginar muito bem que tipo de programa é um jogo sem estudar sua estrutura básica.

Basicamente, um jogo é um programa em loop infinito. Fiquei surpreso nas primeiras aulas da pós-graduação quando percebi isso. Independente do tipo do jogo, todos têm isso em comum, chamado de Main Loop ou Game Loop, que é responsável por controlar tudo no jogo.

Game Loop

Fonte: http://www.ronkes.nl/blog/?2005-07-21-gameengine

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como montar um grid 3D com XNA

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Uma das coisas que tenho estudando bastante ultimamente, além da Unity e de C++, é o XNA. Por ser algo gratuito e bem difundido pela Microsoft, é bem fácil de encontrar ajuda na internet sobre qualquer coisa que você quer fazer ou algum erro estranho, principalmente no fórum oficial do XNA Creators Club, além dos exemplos e tutoriais que podem ser encontrados neste site. Mesmo assim, sempre existe aquele detalhe que você não consegue encontrar ou que simplesmente não funciona do jeito que deveria.

Isto aconteceu comigo quando estava tentando montar um Grid em 3D com XNA. Eu queria criar um método para gerar um Grid dinâmico, com o número de linhas de colunas que seriam recebidos por parâmetros. Encontrei diversas soluções, porém nenhuma funcionou do jeito que eu queria, ou não consegui adaptar para o que eu precisava. Assim, tive que estudar como fazer desenho de pontos e retas em 3D e criar meu próprio método para isto.

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game engine unity

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Unity

No final do ano passado, duas grandes game engines ganharam versões gratuitas, a Unity e a Unreal Development Kit (UDK). Talvez estas foram as melhores notícias para os desenvolvedores independentes e estudantes no em 2009, pois agora podemos desenvolver jogos utilizando game engines profissionais. Pra mim foi muito bom, pois poderei utilizar uma destas game engines no meu TCC neste ano.

Na pós-graduação, em uma aula de Game Engine, meu grupo fez uma apresentação da Unity e um tech demo. A Unity tinha uma versão indie, que custava $200, que não é algo caro para uma pequena empresa, mas para quem quer apenas estudar isto não vale muito a pena, e foi esta versão que ficou gratuita. Existe também uma versão Pro, com muitas outras coisas a mais pelo preço de $1499.

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o que o jogador quer?

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O que o jogador quer? Este foi um tema de uma discussão em uma das aulas de Game Design, e rendeu uma boa discussão devido ao ponto de vista dos alunos, do professor e de alguns artigos que haviamos lido. Discutimos, principalmente, três públicos diferentes: jogadores hardcore, pais que jogam com seus filhos pequenos, e ex-jogadores. Cada público possui suas características e necessidades.

Nossa base para discutir sobre pais que jogam com seus filhos veio deste artigo no Gamasutra, What Gamers Want: Family Gamers, onde o autor levantou aspectos que os pais buscam em jogos para jogarem com seus filhos, e também o que estas crianças pequenas gostam em jogos.

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análise de jogos

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Existem algumas maneiras de se analisar um jogo através de um olhar crítico. Na matéria de Game Design, na pós-graduação, uma das formas que utilizamos para analisar um jogo são as 6 características de jogos identificadas por Jasper Juul, em seu livro Half-Real: Video games between Real Rules and Fictional Worlds. Este livro, assim como o Game Design Workshop, são essenciais para game designers.

Half-Real: Video Games between Real Rules and Fictional Worlds

Half-Real: Video Games between Real Rules and Fictional Worlds


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interface de jogos com protótipo de papel

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A usabilidade de um jogo digital é tão importante quanto a interface de um web site ou software, e em alguns aspectos as interfaces são semelhantes. Assim, podemos usar os mesmos métodos de análise de interface e usuabilidade em todos estes produtos citados.

Uma interface fraca e confusa pode fazer um web site perder clientes da mesma forma que, em um jogo digital, o jogador pode desistir de explorar mais o conteúdo e não gostar do jogo. Por mais que o jogo seja inovador e divertido, uma interface ruim e mal desenhada pode estragá-lo.

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final do e-games 2009

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Ontem foi a final da primeira edição do concurso de jogos digitais organizado pelo SENAC São Paulo, o e-Games. Eu e mais 4 equipes finalistas apresentamos nossos jogos para um banca que os avaliou e decidiram os 3 melhores. Infelizmente não fiquei entre os 3 melhores jogos, fiquei em 5º lugar. No fundo eu esperava isso, já que fiquei bem surpreso por ser um finalista, sendo que fiz o jogo em apenas uma semana. Segundo a organização do evento, pouco mais de 60 equipes se inscreveram para este concurso, e apenas 20 e poucas equipes enviaram tudo que era necessário para participar.

Entrada do evento no SENAC Santo Amaro

Entrada do evento no SENAC Santo Amaro


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finalista no e-games 2009 com um dos 5 melhores jogos!

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e-Games 2009Hoje fiquei muito feliz com a notícia de que meu jogo SpaceShip 4042 feito com XNA para o concurso e-Games 2009, a primeira competição de jogos digitais do SENAC São Paulo, foi escolhido como um dos finalistas. Fiquei mais feliz ainda em descobrir que os finalistas deste concurso são apenas 5 jogos, entre eles o meu!

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e-games: meu jogo com XNA

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O SENAC São Paulo organizou sua primeira competição de jogos digitais, o e-Games, onde os concorrentes deveriam criar um jogo utilizando XNA. Além do jogo feito com XNA, foi necessário entregar um vídeo, documento de game design, apresentação, resumo e guia de instalação. O Download do jogo pode ser feito clicando aqui, ele necessita do .Net Framework 3.5 e Microsoft XNA Framework Redistributable 3.1 instalados para rodar, não é necessário instalar o jogo, apenas executar o SpaceShip4042.exe.

Tela inicial do jogo desenvolvido com XNA para o e-Games

Tela inicial do jogo desenvolvido com XNA


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SpaceShip 4042 – meu primeiro jogo para celular!

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SpaceShip 4042Este é o primeiro jogo que fiz para celulares, e também foi o primeiro projeto que terminei tudo o que eu planejava fazer. Fiz este jogo para a matéria de Jogos para Celular na pós-graduação utilizando Java Mobile (JME com CLDC 1.1/MIDP 2.0) e o Netbeans 6.7.1.

Como eu conheço Java, não tive problemas com a programação. A principal dificuldade inicial era entender como um jogo funciona em um celular, entender suas limitações e arquitetura. Por ser bem limitado, deve-se ter muita paciência e cuidado na programação para celular, para que o código não exija muito processamento e também para que as imagens fiquem “leves”.

O Netbeans ajudou muito no desenvolvimento do jogo, pois ele possui um tipo de arquivo chamado GameDesign, onde você importa imagens e cria sprites, cenários e cenas. Eu utilizei apenas para criar sprites do jogo, não precisei utilizar cenários e cenas.

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animação 3D com softimage XSI

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Eu pensava que animar um objeto 3D era tão complicado quando modelar, mas fiquei surpreso ao descobrir que o processo de animação no Softimage XSI é muito parecido com o do Adobe Flash. Embora sejam softwares diferentes, com finalidades distintas, a idéia básica de animar por Frames está presente em ambos.

Existem dois tipos de animações: para Jogos e para Filmes. Quanto mais interatividade houver com o usuário, a animação tenderá para o lado do jogo, caso contrário a animação será um Filme. A interatividade pode variar muito de intensidade, dando ao usuário controle total, parcial ou nenhum.

Este semestre tive a matéria de animação 3D, onde utilizei o XSI para aplicar as técnicas aprendidas. Embora tenham sido poucas aulas, aprendi várias técnicas e conceitos, que devem ser básicos, além de mudar minha visão de animação; agora sou mais critico.

Eu exportei todas as coisas toscas animações que fiz em vídeo, utilizando o Start Capture da câmera do view port 3D. As animações não estão perfeitas, algumas tentei melhorar mas acabei piorando, mas dá para ter uma noção das técnicas utilizadas em cada aula.

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programação de jogos 3D

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Programar um jogo 2D não é algo muito complexo, pois trabalhar com objetos em duas dimensões não exige muitos cálculos. Claro que existem exceções, mas, na maioria dos casos, a programação em um ambiente 2D é bem simples de fazer.

Programar um jogo 3D é um pouco mais complicado. Orientar um objeto em três dimensões não é simples de fazer, principalmente se for um objeto mais elaborado (diferente de um simples cubo, por exemplo). Este tipo de programação exige uma boa noção do que é trabalhar com três dimensões. É a mesma sensação que tive ao mexer pela primeira vez com um software de modelagem 3D; sua percepção tem que se adaptar ao ambiente 3D.

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hello world no nintendo DS

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Há pouco tempo comecei a pesquisar e estudar o desenvolvimento de jogos para o Nintendo DS. Poucos estúdios de games têm a licença e o kit oficial para desenvolver jogos comerciais para o Nintendo DS, mas existe uma outra maneira para desenvolver jogos não comerciais, apenas para estudo, também conhecido como homebrew.

A maneira que encontrei foi usar a biblioteca libnds e o compilador devkitARM, disponíveis no devkitPro, que foram desenvolvidos por uma comunidade dedicada ao desenvolvimento de homebrews para DS e algumas outras plataformas. Com esta ferramenta podemos desenvolver homebrews e rodar no próprio Nintendo DS (com R4 ou equivalente) ou em um emulador no PC.

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livros de desenvolvimento de jogos

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Em outros países, existem diversos cursos para todas as áreas do desenvolvimento de jogos, inclusive universidades com cursos expecializados nisso, como a DigiPen. Aqui, temos poucos cursos voltados para o desenvolvimento de games, alguns cursos superiores que eu conheço estão na seção de links, como a pós-graduação que estou cursando no SENAC.

Se não existem tantos cursos assim no Brasil, como começar a estudar desenvolvimento de games? Existem diversos fóruns sobre o assunto na internet, alguns brasileiros, mas, na maioria das vezes, o fórum serve para tirar dúvidas, buscar ajuda quando você travar em um problema específico, dificilmente você aprenderá do zero os conceitos e técnicas para desenvolver um jogo.

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violência e classificação etária dos jogos digitais

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A violência nos jogos digitais sempre foi, e provavelmente sempre será, motivo para longas discussões entre acadêmicos. Apesar da existência da violência nos jogos digitais, não podemos culpar estes jogos por gerar um comportamento agressivo em crianças e adolescentes, uma vez que existem classificações etárias, onde o conteúdo do jogo é explícito nas embalagens, para que pais e responsáveis saibam o que seus filhos estão consumindo.

Na pós-graduação tive uma matéria sobre Game Cultura no semetre passado, que como o próprio nome diz é sobre a cultura em relação aos games. Mais informações sobre isto podem ser encontradas no site Game Cultura, que é mantido pelo professor desta matéria no SENAC. Nesta matéria, fizemos um artigo relacionado a Game Cultura, e o meu tema foi violência e classificação etária nos jogos digitais.

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flash web games

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Hoje assisti uma palestra na Alpha Channel sobre Web Games, que me incentivou a escrever este post, e também me lembrou de um web game em flash que fiz em 2005, seguindo um tutorial que achei no Google. Foi o primeiro jogo que fiz, quando estava aprendendo Flash no meu primeiro estágio de web designer.

Clique na imagem para jogar

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primeiro projeto de game com SDL e C++

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Como havia comentado em outro post, vou falar sobre a matéria de Técnicas de Programação de Games que tive na pós, onde o foco era apresentar as principais técnicas de programação, muitas aplicáveis não somente a games, e fazer um primeiro contato com uma biblioteca específica para games, que neste caso foi a SDL.

Para programar os exercícios, utilizamos o Visual Studio 2005 e a linguagem de programação C++. Ao final desta matéria, tivemos que entregar um game, ou pelo menos uma demo de um game, utilizando os conceitos que foram apresentados nas aulas.

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programador de games: por onde começar?

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Já me questionei muito isso, pensando em como poderia começar uma carreira de desenvolvedor de games, mesmo que seja indie. Encontrei algumas respostas e muitas dúvidas, que foram exclarecidas pela minha professora de Produção de Games da pós-graduação. Depois de pensar sobre todas as informações que tinha, e levando em conta a indústria de games no Brasil, encontrei três perfis distintos de programadores de games iniciantes, e também indie:

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modelagem 3D com softimage XSI

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Geralmente, um programador tem dificuldades quando precisa fazer algum tipo de design, e vice-versa, principalmente na área de games onde um programador de games é muito mais que um programador web, e um artista é muito mais que um web designer, por exemplo. Eu sou programador, mas meus primeiros estágios foram em web design, então pelo menos sei que #FFFFFF é branco (rs), mas fazer algo como modelagem 3D é bem mais complicado.

Na pós-graduação, tive aula de Modelagem 3D. No começo foi muito complicado me ambientar em um software de modelagem 3D, parece confuso, mas depois de mexer um pouco é fácil de se acostumar. O software que useri foi o Softimage XSI 6.5, no site da Softimage existe uma versão free deste software, o Softimage XSI Mod Tool 6.0, porém os dois não trabalham com o mesmo tipo de arquivo (o que foi um grande problema pra mim), ou seja, arquivos feitos em um não podem ser utilizados no outro.

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um novo desenvolvedor de games

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Ano passado terminei o meu curso de graduação em Ciência da Computação na Universidade São Judas Tadeu, e atualmente trabalho como Analista de Sistemas. Este ano queria estudar algo diferente, e como sempre gostei de games, comecei a pesquisar quais cursos exitem hoje para esta área, sendo que quando comecei a graduação (2005) acho que só tinha o curso de Designer de Games na Anhembi Morumbi.

Encontrei um curso perfeito, que abrange todo o desenvolvimendo de um game, a pós-graduação Games: Produção e Programação no Senac de São Paulo. Não sabia ao certo o que esperar quando fui na entrevista, mas saí de lá muito empolgado pelo que foi apresentado pelo Prof. Claudio Bueno, que é coordenador e professor deste curso.

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